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Patrulha conjunta de bombardeiros russos e chineses com capacidade nuclear perto do Alasca.

O Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (NORAD) informou que caças dos EUA e do Canadá interceptaram uma patrulha aérea conjunta conduzida por bombardeiros estratégicos russos e chineses perto do Alasca. A formação incluía bombardeiros russos Tu-95MS “Bear” e bombardeiros estratégicos chineses Xi’an H-6, escoltados por caças russos Su-30SM e Su-35S, em uma missão de cinco horas sobre o mar de Chukchi, o mar de Bering e partes do Pacífico Norte. O ministério da Defesa russo afirmou que suas tripulações “cooperaram na nova área de operações conjuntas durante todas as etapas da patrulha aérea.” As aeronaves permaneceram no espaço aéreo internacional e não entraram no espaço aéreo soberano canadense ou dos EUA, segundo o NORAD. A interceptação foi acionada porque a patrulha entrou na ADIZ do Alasca, uma área de vigilância reforçada, embora não seja espaço aéreo soberano. Embora as autoridades canadenses e dos EUA não tenham caracterizado o ato como uma ameaça direta, o evento marcou mais um passo na crescente cooperação entre Moscou e Pequim no Ártico/regiões vizinhas. Para o Canadá, embora as aeronaves não tenham cruzado para o espaço aéreo canadense, a proximidade da rota de voo às aproximações do norte canadense e a responsabilidade compartilhada de defesa aérea do NORAD significam que há implicações para a postura de defesa aérea do norte do Canadá. e.

Ocorrência
2024-07-25
Publicação
2024-07-24T22:00:00Z
Primeira observação
2026-09-24T06:09:10.079Z
Estado de revisão
Não avaliado
Países
CA, US
Atualizado
2026-09-27T23:56:59.668Z

Pontuações E/M/R/S

  • EExistência0/4 · Não avaliado
  • MIntenção0/4 · Não avaliado
  • RLigação a ator russo0/4 · Não avaliado
  • SResponsabilidade do Estado russo0/4 · Não avaliado

Factos

Sem factos

Fontes

  1. Papel
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    Data
    2024-07-24T22:00:00Z

    The North American Aerospace Defense Command (NORAD) reported that fighter jets from the U.S. and Canada intercepted a joint aerial patrol conducted by Russian and Chinese strategic bombers near Alaska. The formation included Russian Tu-95MS “Bear” bombers and Chinese Xi’an H-6 strategic bombers, escorted by Russian Su-30SM and Su-35S fighters, flying a five-hour mission over the Chukchi Sea, the Bering Sea and parts of the North Pacific. The Russian defence ministry stated that their crews “cooperated in the new area of joint operations during all stages of the air patrol.” The aircraft remained in international airspace and did not enter Canadian or U.S. sovereign airspace, according to NORAD. The intercept was triggered because the patrol entered the Alaska ADIZ, an area of heightened surveillance though not sovereign airspace. While Canadian and U.S. authorities did not characterize the act as a direct threat, the event marked a further step in the growing cooperation between Moscow and Beijing in the Arctic/neighbouring regions. For Canada, though the aircraft did not cross into Canadian airspace, the proximity of the flight path to Canadian northern approaches and the shared NORAD air-defence responsibility means it has implications for Canada’s northern air-defence posture. e.