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A OTAN intercepta dois caças russos Su-27 que operavam sem transponders, planos de voo ou contacto por rádio sobre o mar Báltico.
Mais tarde, em 10 de julho de 2026, caças da missão NATO Baltic Air Policing foram novamente enviados para interceptar dois aviões de combate russos Su-27 que operavam sobre o mar Báltico. Os dois Su-27 voavam pelo espaço aéreo internacional a partir de Kaliningrado e de volta em direção a Kaliningrado. Ambas as aeronaves tinham os seus transponders de bordo desligados. Também operavam sem planos de voo previamente apresentados e as suas tripulações não mantinham comunicação por rádio com o controlo regional de tráfego aéreo. A combinação de aviões de combate, falta de sinais de identificação, ausência de planos de voo e nenhum contacto por rádio criou outro voo militar russo não conforme perto de espaço aéreo monitorizado pela OTAN. Isto foi separado da interceptação anterior do Su-30/Tu-154 na mesma data. O Ministério da Defesa da Lituânia incluiu o incidente entre as respostas da OTAN a violações das regras internacionais de voo perto das fronteiras dos Estados bálticos. A fonte descreve as aeronaves como operando em espaço aéreo internacional, pelo que isto não deve ser apresentado como uma incursão confirmada em espaço aéreo territorial.
Pontuações E/M/R/S
- EExistência0/4 · Não avaliado
- MIntenção0/4 · Não avaliado
- RLigação a ator russo0/4 · Não avaliado
- SResponsabilidade do Estado russo0/4 · Não avaliado
Factos
Sem factos
Fontes
-
- Papel
- discovery_lead
- Data
- 2026-07-10T16:10:36Z
Later on 10 July 2026, NATO Baltic Air Policing fighter jets were again dispatched to intercept two Russian Su-27 combat aircraft operating over the Baltic Sea. The two Su-27s were flying through international airspace from and back toward Kaliningrad. Both aircraft had their onboard transponders switched off. They were also operating without pre-filed flight plans and their crews were not maintaining radio communication with regional air traffic control. The combination of combat aircraft, lack of identification signals, absence of flight plans and no radio contact created another non-compliant Russian military flight near NATO-monitored airspace. This was separate from the earlier Su-30/Tu-154 interception on the same date. Lithuania’s Defence Ministry included the incident among NATO responses to international flight-regulation violations near the Baltic States’ borders. The source describes the aircraft as operating in international airspace, so this should not be framed as a confirmed territorial-airspace incursion.