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Marinha romena destrói destroços de drone explosivo a leste de Sulina
Em 4 de setembro de 2026, uma equipe EOD das Forças Navais romenas viajou a bordo de uma embarcação da Guarda Costeira para inspecionar outro objeto flutuante suspeito a aproximadamente cinco milhas náuticas a leste da entrada do braço de Sulina do Danúbio. Especialistas identificaram o objeto como um fragmento de um drone aéreo. Os destroços continham uma carga explosiva. As forças romenas o destruíram com segurança às 18h17, hora local. O objeto havia novamente sido reportado pela navegação comercial através do Centro Regional de Coordenação Marítima. O Ministério da Defesa observou explicitamente que uma intervenção quase idêntica havia sido necessária na tarde anterior perto da Plataforma Central. Sulina fica no setor da Romênia mais repetidamente exposto aos efeitos das operações russas de UAV ao redor do delta do Danúbio. No entanto, a Romênia não identificou o operador nem o modelo exato do drone neste caso específico. A rota do objeto antes de entrar no mar era, portanto, desconhecida, e uma penetração no espaço aéreo territorial romeno não pode ser reconstruída de forma independente.
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Factos
Sem factos
Fontes
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- Papel
- discovery_lead
- Data
- 2026-09-04T15:05:47Z
On 4 September 2026, a Romanian Naval Forces EOD team travelled aboard a Coast Guard vessel to inspect another suspicious floating object approximately five nautical miles east of the entrance to the Sulina branch of the Danube. Specialists identified the object as a fragment of an aerial drone. The wreckage contained an explosive payload. Romanian forces destroyed it safely at 18:17 local time. The object had again been reported by commercial shipping through the Regional Maritime Coordination Centre. The Defence Ministry explicitly noted that a nearly identical intervention had been required the previous afternoon near the Central Platform. Sulina lies in the sector of Romania most repeatedly exposed to the effects of Russian UAV operations around the Danube delta. Nevertheless, Romania did not identify the operator or exact drone model in this particular case. The object’s route before entering the sea was therefore unknown, and a Romanian territorial-airspace penetration cannot be independently reconstructed.