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Paramilitares ligados ao Wagner treinaram na Sérvia e na Bósnia com o objetivo de minar as eleições moldavas.
Campos de treino paramilitar ligados à Rússia foram descobertos na Bósnia e Herzegovina e na Sérvia, onde cidadãos moldavos terão sido treinados antes da eleição presidencial de 2024 na Moldávia. Um ex-participante, Maksim Roșca, disse aos investigadores que os recrutas passaram por treino de combate, operação de drones, treino físico e psicológico, e que lhes foram prometidos 300–500 dólares por dez dias, pagos em criptomoeda. Procuradores moldavos dizem que os participantes estavam a ser preparados para organizar agitação em massa e desestabilizar o país, e ligaram os instrutores ao Grupo Wagner e a outros indivíduos ligados à Rússia. Roșca tornou-se testemunha da acusação no julgamento de três outros formandos. A investigação também descreve o recrutamento de participantes através de atividades aparentemente inócuas, como autodefesa ou treino desportivo, enquanto as autoridades moldavas dizem que a operação mais ampla estava ligada a esforços para perturbar o rumo político pró-ocidental do país e a sua eleição presidencial de 2024.
Pontuações E/M/R/S
- EExistência0/4 · Não avaliado
- MIntenção0/4 · Não avaliado
- RLigação a ator russo0/4 · Não avaliado
- SResponsabilidade do Estado russo0/4 · Não avaliado
Factos
Sem factos
Fontes
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- Papel
- discovery_lead
- Data
- 2024-08-01T10:50:46Z
Russian-linked paramilitary training camps were uncovered in Bosnia and Herzegovina and Serbia, where Moldovan citizens were allegedly trained ahead of Moldova’s 2024 presidential election. One former participant, Maksim Roșca, told investigators that recruits underwent combat, drone-operation, physical and psychological training and were promised $300–500 for ten days, paid in cryptocurrency. Moldovan prosecutors say participants were being prepared to organise mass unrest and destabilise the country, and have linked the instructors to the Wagner Group and other Russian-linked individuals. Roșca became a prosecution witness in the trial of three fellow trainees. The investigation also describes the recruitment of participants through seemingly innocuous activities such as self-defence or sports training, while Moldovan authorities say the broader operation was connected to efforts to disrupt the country’s pro-Western political course and its 2024 presidential election.