Lyce · Hybrid Watch

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Coletivo hacker pró-russo atinge portais governamentais belgas.

Um coletivo hacker pró-russo, alegadamente o grupo NoName057(16), direcionou ataques DDoS contra vários sites governamentais belgas, incluindo o portal do governo federal MyGov.be e o site do Parlamento Valão. Os hackers afirmaram que o ataque foi motivado pela decisão da Bélgica de fornecer à Ucrânia um pacote de ajuda de 1 bilhão de euros. A perturbação digital causou a inacessibilidade temporária de serviços governamentais voltados aos cidadãos e aumentou as preocupações sobre a resiliência cibernética da Bélgica. O incidente está centrado na região da capital da Bélgica e na infraestrutura nacional, mostrando que até países fora da região imediata da fronteira russa podem estar sujeitos a operações híbridas. A dinâmica ilustra como atores alinhados à Rússia ou tolerados por ela usam métodos não cinéticos, negação digital de serviço, para impor custos operacionais e sinalizar capacidades. Embora a ligação com a Rússia seja indireta, por meio de hacktivistas pró-russos, em vez de um ato cinético diretamente autorizado por Moscou, o padrão se alinha à lógica mais ampla da guerra híbrida.

Ocorrência
2025-03-24
Publicação
2025-03-23T23:00:00Z
Primeira observação
2026-09-24T06:09:10.079Z
Estado de revisão
Não avaliado
Países
BE
Atualizado
2026-09-27T23:56:59.668Z

Pontuações E/M/R/S

  • EExistência0/4 · Não avaliado
  • MIntenção0/4 · Não avaliado
  • RLigação a ator russo0/4 · Não avaliado
  • SResponsabilidade do Estado russo0/4 · Não avaliado

Factos

Sem factos

Fontes

  1. Papel
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    Data
    2025-03-23T23:00:00Z

    A pro-Russian hacker collective (allegedly the group NoName057(16)) targeted multiple Belgian governmental websites with DDoS attacks, including the federal government portal MyGov.be and the Walloon Parliament site. The hackers claimed the attack was motivated by Belgium’s decision to provide a €1 billion aid package to Ukraine. The digital disruption caused temporary inaccessibility of citizen-facing government services and heightened concerns about Belgium’s cyber-resilience. The incident is centred on Belgium’s capital region and national infrastructure, showing that even countries outside the immediate Russian border region can be subject to hybrid operations. The dynamics illustrate how Russia-aligned or tolerated actors use non-kinetic methods (digital denial-of‐service) to impose operational cost and signal capabilities. Although the link to Russia is indirect (through pro-Russian hacktivists) rather than a direct Moscow-authorised kinetic act, the pattern aligns with broader hybrid-warfare logic.